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Banco Nacional alerta que Angola precisa de estratégia nacional de cibersegurança

31 de Julho de 2019  

O Banco Nacional de Angola (BNA) considerou que o país precisa de uma Estratégia Nacional de Segurança Cibernética que agregue “mecanismos, directrizes, e políticas de segurança cibernética” para acautelar “riscos e fraudes”.

Segundo o vice-governador do BNA, Rui Miguéns, os riscos cibernéticos podem “prejudicar a capacidade de uma instituição inovar, conquistar e manter os seus clientes”, daí a necessidade da criação dos referidos mecanismos de cibersegurança.

Esses mecanismos, defendeu, “devem ser utilizadas pelos proprietários e operadores de infra-estrutura tecnológica crítica”, argumentando que o “esforço só será bem-sucedido se for um desígnio nacional”.

“Que engloba um conjunto de todos os fazedores de políticas de segurança cibernética do nosso país, o que nos convoca para a necessidade urgente do desenvolvimento de uma estratégia nacional de segurança cibernética”, asseverou.

O vice-governador do BNA, que falava na abertura da conferência sobre Segurança Cibernética para o Sistema Financeiro Angolano, admitiu que o sistema financeiro angolano “está exposto a riscos” por gerar, processar e comunicar em “redes fechadas pela internet”.

Já em declarações aos jornalistas à margem do encontro, Rui Miguéns assegurou que o sistema financeiro angolano está protegido, observando, que por se ter protecção para os riscos que hoje são conhecidos isso não confere “a segurança necessária para eventuais riscos”.

No domínio da regulamentação de normas específicas, deu conta que existem algumas que “num sistema mais amplo cobrem aquelas necessidades imediatas”.

“Mas como também perceberam os riscos cibernéticos são os que todos os dias têm novidades e temos de nos antecipar a aquelas prováveis ações criminosas que se desenvolvam”, apontou.

Rui Miguéns frisou igualmente que quanto a necessidade de uma estratégia nacional de cibersegurança, existem iniciativas que estão a ser conduzidas pelo executivo, “mas essas que ocorrem de forma sectorial precisam de ser consolidadas”.

Cibersegurança e Riscos Tecnológicos do Sistema Financeiro e os Desafios da Cibersegurança: Estratégia para Instituições Financeiras foram os temas dos dois painéis discutidos nesta conferência promovida pelo BNA.

O encontro juntou, no Museu da Moeda, em Luanda, operadores do sistema financeiro angolano, especialistas de telecomunicações e tecnologias de informação, quadros dos órgãos de defesa e segurança de angolanos e distintos funcionários públicos.

Publicado originalmente em: Novo Jornal.